Adentrar esses serrotes é entrar em contato com a vida de 125 famílias, e pelo menos 300 anos de histórias a serem contadas e registradas. É revisitar através dos tempos a luta permanente pela terra, quando até hoje, a parcela de terra para os que a possuem não ultrapassam duas tarefas. É poder sentir toda a resistência e luta dos povos negros em terras brasileiras.
quarta-feira, 22 de abril de 2015
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